A fotografia perdida de Vivian Maier

Uma mulher socialista, feminista e apaixonada pelo cinema europeu foi descoberta pelo fotógrafo documental John Maloof, que atualmente trabalha no arquivamento das imagens de Vivian Maier, ainda misteriosa quanto suas informações.

Vivian nasceu no dia 1 de fevereiro de 1926 e faleceu em abril de 2009. Foi nessa mesma época que Maloof descobriu suas fotos em um leilão de móveis de antiguidades em Chicago, onde residiu a maior parte de sua vida. Foram mais de 100.00 negativos de médio formato e toneladas de rolos subdesenvolvidos.

Seu trabalho percorre cerca de 30 anos na história, e mostra Chicago dos anos 50. Existem muitas fotografias de crianças na praia, o que fez Maloof descobrir que ela foi babá de uma família do norte de Chicago.

Seus negativos ficavam em uma sala de armazenamento, e pela falta de dinheiro para pagar o aluguel, a empresa colocou seus pertences em um leilão. Não compartilhou seu trabalho documental com ninguém, porém nunca tirava a câmera do pescoço.

Aprendeu a falar inglês com o teatro, e trabalhou como balconista em uma loja de doces de Nova York, nos anos 30. Tinha uma personalidade de “poucos amigos”, vestindo-se com trajes masculinos e chapéus enormes. Nos anos 90, desempregada e sem moradia, foi apoiada financeiramente pelos meninos que tinha trabalhado na casa anos antes.

Maloof, ao encontrar as fotos, se apaixonou pelo seu trabalho, e depois de muita pesquisa, descobriu seu nome escrito em um papel de laboratório. Tentou procurá-la ainda viva, mas estava muito doente. Logo após seu falecimento, sua busca levou-o a Câmara Central da Empresa, no centro de Chicago, uma loja estabelecida no final do século XIX, e de acordo com os funcionários, ela era auto-suficiente, e sabia exatamente o que queria.

Inspirado pelo trabalho de Vivian, compartilha fotos de informações em seu blog (http://vivianmaier.blogspot.com/), e pretende publicar um livro do trabalho desse exemplo de poder criativo e silencioso.

*Todas as fotos são de autoria de Vivian Maier.

Funarte lança editais no campo da fotografia

Editais no campo da fotografia são lançados pela Fundação Nacional das Artes, FUNARTE: Conexão Artes Visuais 2010 com inscrições até o dia 08 de maio, XI Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia com inscrições até o dia 24 de maio ; Apoio a Festivais de Fotografia, Performances e Salões Regionais, com inscrições também até o dia 24 de maio e  Bolsa Funarte de Estímulo à Criação Artística em Artes Visuais com inscrições até o dia  27 de maio.

 
Conexão Artes Visuais 2010

O edital Conexão Artes Visuais 2010 é um programa da Funarte/MinC que viabilizará, com patrocínio da Petrobras, a realização de festivais, salões de arte, mostras, palestras, seminários, debates, oficinas, mapeamentos, publicações e exposições, entre outras ações de fomento às artes. Ao todo, 30 proponentes serão contemplados. Cada um deles receberá R$ 55 mil para colocar seu projeto em prática. As inscrições, gratuitas, estão abertas até o dia 8 de maio para pessoas físicas ou jurídicas de todo o país. O investimento total do programa é de R$ 1,65 milhão.

Por compreender as artes visuais como um campo de múltiplas manifestações, a Funarte oferece ao proponente plena liberdade de escolher a temática e a linguagem de seu projeto, assim como a localidade em que ele será desenvolvido. Dessa forma, serão contemplados projetos que trabalhem com as mais variadas formas artísticas, como pintura, escultura, fotografia, desenho, objeto, performance, body art, instalação, intervenção urbana, poéticas visuais, cinema de artista, arte digital, grafite, site specific e animação. Serão aceitas também propostas que envolvam a circulação e o intercâmbio de obras e de profissionais da área. As atividades e os produtos gerados por meio do Conexão Artes Visuais serão oferecidos ao público gratuitamente.

Para se inscrever, é preciso enviar: ficha de inscrição preenchida, impressa e assinada;projeto com: objetivo, justificativa e cronograma de execução (descrevendo pré-produção, desenvolvimento e pós produção); lista com principais profissionais designados para a realização do projeto e seus currículos;especificação de local para a realização do projeto e existência de acordo de pauta; plano de comunicação para confecção, distribuição e publicações do projeto, com datas e estratégia de divulgação; informações adicionais consideradas úteis à fiel descrição do projeto.

* As inscrições são até o dia 08 de maio

Para ler o edital completo acesse: http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/03/conexao_2010_edital1.pdf
XI Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia

 Por meio do Prêmio Marc Ferrez, a Funarte difunde e fomenta a reflexão e a produção artística no campo da fotografia. Em 2010, a premiação contemplará 36 pessoas físicas que queiram desenvolver projetos inéditos. Cada uma delas receberá até R$ 40 mil. As propostas devem estar relacionadas a uma das três categorias a seguir: projetos de pesquisa, experimentação e criação em linguagem fotográfica; documentação fotográfica ou registro das transformações do cotidiano na sociedade; produção de conhecimento por meio de apoio ao pensamento crítico e teórico.  As inscrições vão até o dia 24 de maio de 2010.

Para se inscrever, envie:
1. projeto detalhado (objetivo, justificativa, público-alvo);
2. ficha de inscrição preenchida, impressa e assinada;
3. currículo do(a) proponente e dos demais profissionais envolvidos;
4. cronograma de execução e etapas de desenvolvimento e finalização.

Para ler o regulamento completo acesse: http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/04/premiomarcferrez_2010_edital.pdf

* As inscrições são até o dia 24 de maio

Apoio a Festivais de Fotografia, Performances e Salões Regionais, na categoria Artes Visuais

Pessoas jurídicas que queiram produzir festivais de fotografia e de performances ou que desejem promover salões regionais podem participar desse processo seletivo. Quinze projetos serão contemplados. Cinco deles com R$ 260 mil e o restante com R$ 95 mil. As inscrições vão até o dia 24 de maio de 2010.

Para se inscrever:
1. ficha de inscrição preenchida, impressa e assinada;
2. projeto contendo objetivos, justificativa, plano de confecção, distribuição e publicações do projeto, cronograma e estratégia para divulgação;
3. nomes e currículos dos participantes e de outras instituições parceiras, se houver, além da infraestrutura prevista;

 * Inscrições até o dia 20 de maio

Para ler o edital completo acesse: http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/04/apoioafestivais_artesvisuais_2010_edital.pdf
Bolsa Funarte de Estímulo à Criação Artística em Artes Visuais

Desenvolver a reflexão crítica e teórica acerca da atual arte brasileira é o objetivo deste edital. Ao lançar este programa, a Funarte cria condições para a formação profissional e para a produção do conhecimento artístico. Neste ano, serão contemplados 10 projetos inéditos, que resultem em ações, obras e processos a serem apresentados ou expostos ao público. Todos os projetos devem ser propostos por pessoas físicas (artistas ou coletivos) e cada selecionado vai receber R$ 30 mil.A bolsa fomenta a pesquisa e a criação. Artistas ou coletivos podem se candidatar.

Para se inscrever:
1. projeto detalhado (com objetivo, justificativa da necessidade da bolsa, cronograma e produto final previsto);
2. ficha de inscrição preenchida, impressa e assinada;
3. currículo do(a) proponente e dos demais profissionais envolvidos, se for o caso.

* Inscrições até o dia 27 de maio

Para ler o edital acesse: http://www.funarte.gov.br/portal/wp-content/uploads/2010/04/bolsa_prodcritica_artesvisuais_2010_edital.pdf

Foto do dia 16/04: Marcos Santilli/Ímã Foto Galeria

Marcos Santilli/Ímã Foto Galeria

“Fotografada em Brasília, alguma ponta de cidade satélite.
Para mim, o autor suspeito, sugere o pensamento de que antigamente as cidades brasileiras formavam-se ao redor da praça da igreja matriz. Hoje, as comunidades nacionais agrupam-se em torno da parabólica e do campo de futebol.”
José Marcos Brando Santilli (Assis SP 1951) é fotógrafo, curador e produtor cultural. No início da década de 1970, abandona o curso de artes e arquitetura da Universidade de Brasília – UnB para atuar como fotojornalista nos periódicos Diário de BrasíliaJornal de Brasília. Estuda fotografia na escola Agfa Gevaert, em 1973, em Londres, e de volta ao Brasil, entre 1974 e 1978, fotografa para a sucursal da Editora Abril em Brasília. Paralelamente, inicia projeto de documentação audiovisual e fotográfica das transformações sociais e ambientais em Rondônia e no Acre. No começo dos anos 1980, transfere-se para São Paulo e trabalha no Instituto de Documentação e Artes da Prefeitura Municipal. Empenhado na melhoria das condições de trabalho dos fotógrafos, em 1977 e 1978, torna-se vice-presidente da União dos Fotógrafos de Brasília e, de 1981 a 1982, da União dos Fotógrafos de São Paulo, e é um dos membros-fundadores do Núcleo dos Amigos da Fotografia – NAFoto. De 1998 a 2003, dirige o Museu da Imagem e do Som de São Paulo – MIS/SP. No decorrer de sua carreira, recebe diversas bolsas de estudo nas áreas de fotografia, cinema, vídeo e informática, entre as quais se destacam as concedidas pela John Simon Guggenheim Memorial Foundation, em 1981, pela Fundação Vitae, em 1988, e pela The Fulbright Commission, em 1989. É autor dos livros Are, 1987; Madeira-Mamoré Imagem e Memória, 1987; e Amazon.

“O material fotográfico obtido tem tal eloqüência que, com ele, Marcos Santilli consegue articular um discurso sobre a colonização da Rondônia, praticamente sem lançar mão do recurso da palavra, a não ser para localizar as fotos no tempo e no espaço. As imagens são precisas em sua intenção antropológica, acompanhando minuciosamente todo o processo de obtenção do ouro no garimpo, o trabalho do seringueiro, o processamento da mandioca pelos índios, ou os vários métodos de desmatamento. O fotógrafo disseca a região com o olhar de um analista, busca os detalhes significantes, examina o rosto de um ex-ferroviário parte por parte, observa a miscigenação de uma família imigrante ao longo das sucessivas gerações”.

Arlindo Machado

“(…) O espectador segue a saga dos índios, ferroviários, seringueiros, garimpeiros, colonos. Acompanha, através dos rostos, a caminhada irreversível do tempo. E agora, já dono das imagens, que por sua vez cativou, fica com vontade irresistível de, tantos quilômetros e imagens percorridos, tomar o caminho de volta, mais uma vez. E, junto com o fotógrafo, abraçar a imensidade do espaço, apanhar o sol, mergulhá-lo de novo no rio e aconchegar as vidas dentro da luminosidade do ar, transparência da água e calor do sol. E preservá-las assim, para sempre”.

Stefania Bril

Mostras individuais

1980 – Índios, Galeria Fotóptica, São Paulo

1981 – Fazendas de Café do Vale do Paraíba, Museu da Imagem e do Som, São Paulo

1981 – Bixiga, uma Pesquisa Urbana, Museu da Imagem e do Som, São Paulo

1985 – Nharamaã, a Pré-História de um Estado, Centro Cultural São Paulo

1989 – Madeira-Mamoré, Funarte, Rio de Janeiro

1993 – Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, uma Aventura Fotográfica, Museu da Imagem e do Som, São Paulo

Exposições coletivas

1976 – Bienal Nacional 76, Fundação Bienal de São Paulo

1979 – 1ª Mostra de Fotografia, Funarte, Rio de Janeiro

1981 – The New YorkBotanic Garden, The Peabody Museum, Nova Iorque, Estados Unidos

1984 – 3º Colóquio Latino-Americano de Fotografía, Casa de Las Américas, Havana, Cuba

1984 – Tradição e Ruptura: auto-retrato do brasileiro, Fundação Bienal de São Paulo

1992 – Brasilien: entdeckung und selbstentdeckung, Kunsthaus, Zurique, Suiça

1994 – FotoFest’94. The Fifth International Festival of Photography The Global Environment, Houston, Estados Unidos

1998 – Amazônicas, Itaú Cultural, São Paulo

1999 – Brasilianische Fotografie 1946 bis 1998, Kunstmuseum, Wolfsburg, Alemanha

2002 – Visões e Alumbramentos: fotografia contemporânea brasileira da coleção Joaquim Paiva, Oca, São Paulo

Leia nesta matéria um pouco mais sobre a fotografia de Marcos Santilli: http://www.imafotogaleria.com.br/noticias/noticia.php?cdTexto=571

Exposição “Marie Hippenmeyer: Preto e Branco” na Caixa Cultural


As 26 fotos em preto e branco, técnica usada que define o nome da exposição, fazem parte da mostra que será exposta na Caixa Cultural São Paulo (Sé), dos dias 17 de abril a 23 de maio de 2010, da fotógrafa suíça radicada no Brasil há 13 anos, Marie Hippenmeyer.

Com imagens produzidas no Brasil e na Europa, Preto e Branco empreende uma espécie de retorno subjetivo ao passado da própria artista, onde a memória das paisagens da sua infância e juventude ganha formas voláteis como as imagens de um sonho. O ensaio aponta para a possibilidade de memória e imaginação serem dois lados, inevitavelmente interligados, na mesma narrativa.

Ao romper com a linearidade narrativa, o ensaio fotográfico se estrutura a partir de fragmentos, como passagens literárias e colagens de cenas de filmes.

A artista promoverá um bate-papo seguido de uma visita guiada para o público no dia 23 de abril, às 19 horas, a fim de suscitar um diálogo acerca das possibilidades expressivas da fotografia.

Marie Hippenmeyer é um fotógrafa suíça radicada no Brasil há 12 anos.

Workshop de Foto Arte com Avani Stein

Workshop de Foto Arte com Avani Stein já está com data marcada! Ele ocorrerá nos dias 17, 18 e 19 de junho no espaço da Ímã Foto Galeria. Nos dias 17 e 18 (quinta e sexta) será das 20h às 22h30. No dia 19 (sábado) das 10:00h às 13:00h (com uma hora para almoço) e das 14:00h às 18:00h.

Justificativa/Objetivo

Workshop de FotoARTE é um projeto/oficina que visa possibilitar ao seu público alvo um espaço de reflexão e produção de imagens diferenciadas no universo da fotografia, utilizando técnicas alternativas de fácil execução e com materiais acessíveis, intervindo criativamente sobre o universo fotográfico.

Estamos a todo o momento absorvendo, produzindo, consumindo e descartando imagens . De uma forma passiva, no mais das vezes, participamos de um jogo em que o mundo visual vale apenas por sua efemeridade: porque re-elaborar as imagens recebidas se o fluxo de informação é contínuo e abundante?

No contrafluxo desta tendência contemporânea o Workshop de FotoARTE se propõe a originar um espaço de criação onde o mero consumidor se transforma em produtor/ pensador de imagens, reciclando cópias fotográficas comuns.

É também num mundo cada vez mais dominado pelo universo digital e hipermediadas que um contato direto com a matéria, resgatando o fazer manual e a simplicidade do desenho, reacendem o olhar crítico sobre essa era da velocidade e do desperdício.

Técnica de intervenção:

– Com estiletes pregos, lixas e outros
– Com toque de tinta: acrílico, guache, nanquim
– Processos de abrasão
– Criando efeitos pictóricos

Cronograma

– Exposição básica das propostas e técnicas, projeção de slides, histórico da pesquisa.
– Entrega de lista de material.
– Pintando fotos
– Produzir ferramentas e riscar
– Abrasão e colagens
– Usando todas técnicas ao mesmo tempo

Bio de Avani Stein

Avani Maenfeld (Porto Alegre RS 1941). Fotógrafa. Formou-se pela Faculdade de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre (RS), em 1972, passando a se dedicar ao fotojornalismo em seguida. Radicou-se em São Paulo (SP), onde colaborou inicialmente com a Folha de S.Paulo, entre 1984 e 1986; e depois com as revistas IstoÉ, entre 1986 e 1988; e Globo Rural, entre 1989 e 1993, passando a trabalhar de forma independente nos anos 90. Motivada pelo estudo da pintura, passou, a partir de meados da década de 90, a sobrepor elementos criptográficos às suas composições fotográficas. Seu trabalho faz parte do acervo da Prefeitura de São Paulo.

CURRÍCULO

Graduada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica – PUC/RS -1975.

REPÓRTER FOTOGRÁFICA

PUBLICAÇÕES: Revistas: Isto É, Veja, Globo Rural, Status, Shalom, Brasil Transportes e Revista D&D – Editora Abril, Editora Globo. Jornais: Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Jornal da Tarde, Jornal Acrópole, Shopping News, News Week, Pasquim, Movimento, Versus.

REPORTAGENS ESPECIAIS: Revolução Sandinista – Nicarágua, 1979; Acidente Atômico Three Mile Island – USA-1979; Visita do Papa – New York, 1978; Vista de Fidel Castro – New York, 1978; Terremoto na Guatemala – 1976.

LIVROS – capas: Arquitetura, Cidade e Natureza – IAB/SP; Eco-92 – Editora Globo; Pérez Aguirre –capa e miolo – Editora Vozes; Nicarágua: A Revolução das Crianças, Caco Barcellos – capa e miolo – Mercado Aberto.

EXPOSIÇÕES:
Individuais: DA JANELA – Aliança Francesa, São Paulo, 1994; DE CARA – Galeria da Consolação, Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 1994.
Coletivas: Agência Angular – Casa Fuji, 1993; Mês Internacional da Fotografia – SESC-Pompéia, 1993; Fotógrafos – Folha de S. Paulo, 1985; Mostra São Paulo Arte – MIS, 1983; Terremoto da Guatemala – Sindicato dos Jornalistas, 1977; Terremoto da Guatemala – Jornal Versus, 1976.

FOTOARTE
Trabalha com criação de fotoarte desde 1995.

EXPOSIÇÕES:
Individuais: MICHMASH – Teatro São Pedro, Porto Alegre, julho/1998) e Museu da Imagem e do Som – MIS, São Paulo, fevereiro/1999. CASA-COR ESCRITÓRIOS e VIP Diners Club, Porto Alegre. BALEIA-FRANCA – Garopaba – SC, outubro/1999; MICHMASH – fotos feridas e sonhos imaginados – João Pessoa/2004.

Coletivas: TRIBUTO A PORTO ALEGRE – White Gallery; Bienal de Curitiba – 1998; Gaúchos na Bienal – Usina do Gasômetro, Porto Alegre, fevereiro/1999; BALEIAS NO QUINTAL – Porto Alegre, março/2000; UMA VIAGEM DE 450 ANOS – Sesc São Paulo/2004; CIDADE DAS MULHERES – São Paulo/2004; AMANTES DA FOTOGRAFIA – São Paulo/2004.

Retratos Manipulados: Lúcio Costa, Pietro Maria Bardi, Anita Bauminger, Aldo Lins e Silva, Julio César Pisa Toledo, Arnaldo Jabor, Dalai Lama, Fernando Henrique Cardoso, Fernanda Montenegro, Oscar Freire, Silvana Mattar.

• Postais e Cartões: Igreja Dominicana – São Paulo, 1996.
• Publicação de matéria especial na revista PAPPARAZZI – abril/1998.
• Cartaz da 4º Bienal Internacional de Arquitetura – São Paulo/2000.
• Selo Comemorativo do Centenário de Pietro Maria Bardi – Masp/2000
• Exposição Coletiva dos Cinco Elementos – Casa das Rosas/2000
• PIRELLI-MASP – Catálogo e Exposição na Galeria do MASSP/2001
• Exposição Individual – Interferência, Paisagem Urbana – MIS / 2005/2006
• Coleção Pirelli/Masp de Fotografias – Porto Alegre / 2006
• A partir de 2003, inicia trabalho de curadoria e professora na Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – AEAUsp.

Conheça o trabalho de Avani Stein em nossa galeria. – clique aqui

Serviço

WORKSHOP DE FOTO ARTE COM AVANI STEIN
Data: 17, 18 e 19 de junho
Horário 17 de junho, quinta-feira (das 20:00h às 22h30), 18 de junho, sexta-feira (das 20:00h às 22:30) e sábado, dia 19 de junho, das 10:00h às 13:00h (com uma hora para almoço) e das 14:00h às 18:00h.
Valor: R$ 400,00
Pré-requisito:: sem pré-requisitos.
Público Alvo: Geral
Vagas: 20
Inscrições e informações: (11) 3816-1290 / 2594-3687
Mais informações por e-mail:
ima@imafotogaleria.com.br

FOTO DO DIA 15/04 Klaus Mitteldorf/Ímã Foto Galeria


 

Foto feita por Klaus Mitteldorf da modelo Ana Paula Arósio. Com esta fotografia Klaus ganhou, no ano de 2008, o prêmio de 3 ° colocado, na Bienal Internacional de Arte de Roma.

O fotógrafo paulistano Klaus Mitteldorf, se formou em arquitetura, porém nos anos 70 sua “praia” já era fotografar campeonatos de surf. E foi assim que começou a atuar nesta área “A minha fotografia nasceu mesmo inspirada pelo surf e no mundo dos anos 70. Ubatuba foi meu estúdio durante vários anos – e ainda continua sendo. Adoro o verde da mata e o cheiro do mar”, diz Klaus. Arquiteto de formação tem na essência de seu trabalho fotográfico a busca pelas formas perfeitas. Contestador provoca as pessoas com uma estética de composição por contrastes de elementos, de formas e de cores.

Nos anos 80 especializou-se em Fotografia e Cinema de Moda e Publicidade, fotografando para diversas revistas nacionais e internacionais, entre elas: Vogue, Elle, e Playboy, na Europa e no Brasil. Na publicidade trabalha com todas as grandes agências brasileiras e européias, desde 1982: DPZ, Almap BBDO, Lew Lara, J. W. Thompson, Lowe Worldwide, Mc Cann Ericsson, BBDO Hamburg e Young & Rubicam Frankfurt são algumas delas. Em 2002, Klaus foi o primeiro colocado no Prêmio Fundação Conrado Wessel de Fotografia em São Paulo, o maior prêmio já concedido a fotógrafos no Brasil. Foi premiado também no Nikon Photo Contest International em 1980, 1982 e 1986. Em janeiro de 2008, Klaus foi o terceiro colocado da Bienal de Arte de Roma; e em Março, deste ano, Klaus ganhou o Grande Premio do Festival Internacional de Fotografia de Higashikawa, no Japão, com as exposições “O Ultimo Grito” e “Introvisão”. Atualmente, Klaus vive e trabalha em São Paulo.

HOMENAGEM A KLAUS VIDEO FEITA EM 2006 PARA O DIA DO SURF

Para que vocês entrem um pouco na rotina de Klaus Mitteldorf, oferecemos aqui no blog uma lista de livros publicados e uma série de vídeos, feita por artistas plásticos convidados pela revista Época Negócios para fazerem suas versões sobre os bastidores das fotos que Klaus Mitteldorf fez de Alexandre Hohagen, presidente do Google no Brasil. Vejam o fotógrafo com a sua Nikon FM2 durante os CLIKS e entrem no site www.alltv.com.br

 

Vídeo com fotografias de Klaus Mitteldorf:

Das inúmeras exposições que fez, vale destacar:

NORAMI, 1989, na Galeria São Paulo, São Paulo;

O ÚLTIMO GRITO,1998,  na Pinacoteca do Estado de São Paulo;

KATHARSIS, 2001, na Estação Clinicas, Metro de São Paulo;

INTROVISÃO, 2006, Pinacoteca do Estado de São  Paulo

Klaus é autor de vários livros de distribuição internacional:

NORAMI, 1989 , Rotovision / Geneve / Watson Guptill / New York ;

KLAUS MITTELDOR PHOTOGRAPHS, 1992, Art Fórum / Frankfurt;

KLAUS MITTELDORF / NIKE INTERNATIONAL NUDE PHOTOGRAPH,

1995, München;

THE LAST CRY, 1998, Terra Virgem Editora / São Paulo;

KATHARSIS, 2001, Editora DBA / São Paulo;

COLEÇÃO SENAC DE FOTOGRAFIA 9 / KLAUS MITTELDORF , 2006,

Editora SENAC / São Paulo;

MERMAIDS, 2006, parceria com Sven  Hoffman , Gingko Press / California; ALMAQUATICA, parceria com David Carson  e Sidney Tenucci , 2006 ,

Editora Terra Virgem  / São Paulo;

INTROVISÃO, 2006 , Cosac & Naify / São Paulo.

Retrospectiva 2009- 5ª Mostra Anual de Fotojornalismo

Um panorama dos fatos e imagens que marcaram o ano de 2009. Esta é a tônica da exposição Retrospectiva 2009 – 5ª Mostra Anual de Fotojornalismo, promovido e organizado pela ARFOC-SP (Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos no Estado de São Paulo), que entra em cartaz a partir do dia 23 de abril, no Espaço Cultural Conjunto Nacional, na Avenida Paulista.

Ao todo são 80 painéis com fotos que contam um pouco do ano que passou, por meio do olhar de 67 profissionais do estado de São Paulo. Além de imagens de temas que foram notícia em 2009, há também visões particulares dos fotojornalistas sobre determinados temas, ou retratos de personalidades importantes do país.

Este é o quinto ano consecutivo que a ARFOC-SP promove o evento e no processo de seleção, 116 profissionais enviaram fotografias, que somadas, chegou a um total de 320 imagens recebidas pela organização.

Expositores:

Ailton Cruz
Edilson Dantas
Marcelo Ferrelli
Reinaldo Canato
Alinne Rezende
Eduardo Knapp
Marcelo Justo
Ricardo Matsukawa
Aloisio Mauricio
Eduardo Nicolau
Marcos Ribolli
Ricardo Nogueira
André Henriques
Ernesto Rodrigues
Marlene Bergamo
Rivaldo Gomes
André Lessa
Evelson de Freitas
Mauricio Lima
Robson Ventura
Andre Penner
Fabio Braga
Michela Brígida
Rodrigo Capote
Apu Gomes
Fernando Donasci
Moacyr Lopes Jr
Rodrigo Coca
Ayrton Vignola
Fernando Pilatos
Monica Bento
Rubens Chiri
Bruno Cecin
Guilherme L. Campos
Nario Barbosa
Sebastiao Moreira
Carlos Bassan
Hélvio Romero
Nelson Antoine
Sergio Barzagh
Celso Junior
JF Diorio
Nelson Chinalia
Sergio Dutti
Cesar Greco
Joel Silva
Nilton Cardin Sidnei Costa
Claudinei Plaza
Jonne Roriz
Nilton Fukuda
Thiago Bernardes
Claudio Capucho
Jorge Araujo

Orlando Filho
Tiago Queiroz
Daniel Mobilia
Jose Cordeiro
Paulo Liebert
Valéria Gonçalvez
Danilo Verpa
Keiny Andrade
Paulo Pinto Zanone Fraissat
Djalma Vassão
Leandro Ferreira
Paulo Whitaker

Exposição elegerá a Foto do Ano e tem patrocínio da Nike
A 5ª Mostra Anual de Fotojornalismo da ARFOC-SP parocinada pela Nike, empresa de material esportivo, tem novidades. Este ano, através de uma página criada pelo portal UOL, internautas poderão eleger a Foto no Ano. Com isso, o autor da fotografia será premiado com uma passagem de ida e volta e estada paga em Salvador, oferecida pelo Hotel Bourbon Convention Ibirapuera.

Além disso, haverá uma segunda premiação, por outra forma de escolha da Foto do Ano, cujo prêmio será um vale compra no valor de R$ 2 mil, oferecido pela Angel Foto, loja especializada em equipamentos de fotografia. A exposição conta ainda com apoio cultural do laboratório fotográfico Instancolor e da marca de vinhos Almadém.

ASSOCIAÇÃO DE REPÓRTERES FOTOGRÁFICOS E CINEMATOGRÁFICOS NO ESTADO DE SÃO PAULO

A Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos no Estado de São Paulo, ARFOC-SP, é uma sociedade civil de cunho cultural, sem fins lucrativos e destituída de caráter político-partidário. A ARFOC-SP tem como objetivo incentivar e desenvolver ações culturais no estado de São Paulo, representando seus associados nas questões relacionadas à imagem fotográfica e cinematográfica.

SERVIÇO
Abertura 23/04/2010 – sexta-feira
Horário: das 19 às 21h
Local: Espaço Cultural Conjunto Nacional
Endereço: Avenida Paulista, 2073, Cerqueiras César – SP

Visitação
Data: de 24/04/2010 a 15/05/2010
Horários: Seg. a sex., das 07 às 21h
Sáb. e dom., das 10 às 21h
Patrocínio Nike

Revista Coyote traz capa e fotografias de Egberto Nogueira. Breve lançamento!!Fique Ligado!!

Capa da revista Coyote -Foto de Egberto Nogueira


Pela primeira vez nos seus oito anos de vida, a Coyote sai com duas capas diferentes. Por uma questão muito simples: quando vimos as provas com as duas opções, resolvemos ficar com ambas. As fotos do Egberto Nogueira (um ensaio com índios do Xingu) são bonitas pra dedéu. E muito significativas: atitude guerreira em uma delas, atitude relaxada em outra. É assim que vamos tocando o barco: guerreando quando preciso; relaxando sempre que possível. Mas isso está passando na minha cachola agora. Não foi nada intencional.

Neste número tem Bob Kaufmann, com seus poemas anarcojazzísticos, Ana Hatlerly, com registros de sonhos alucinados, e Delmore Schwartz, um dos poetas preferidos de Lou Reed, com um conto surpreendente. Tem mais: Raymond QueneauMário QuintanaMitiyo SugimotoSamantha AbreuLuis Felipe LeprevostPontiMário Bortolotto.

A revista já está chegando nas livrarias. Mas quem tiver dificuldade de encontrá-la, pode comprar pelos endereços eletrônicos: www.iluminuras.com.brwww.sebodobac.com

Abaixo um texto de Samantha Abreu, nesta edição:

DEPOIS DA GUERRA

Depois da guerra, regresso.

Um combatente em retirada, que entra pelo portão de uma casa que não é mais sua, embora ainda lhe pertença. As pessoas dali ainda têm o seu sangue, mas acostumaram-se a sua ausência. Os lençóis já não o reconhecem, os colarinhos e coisas não mais têm o seu cheiro.

Ele mesmo, soldado vencido, já não se encontra mais em si. Não se acha, mesmo quando vasculha, apressado, as gavetas do peito e da própria cabeça. Não reconhece suas novas cicatrizes, não lhe parece familiar a textura da pele nem os calos nas mãos. É alguém que, no cansaço da luta, se fragmentou em mortos e feridos, e mudou na velocidade do disparo de cada bala.

Sou eu esse guerreiro.

Sou eu que reapareço, trazendo comigo pedaços de corpos e almas que não me pertencem, mas agora fazem parte da unidade necessária para que eu me recomponha e, no devido tempo, retorne ao meu campo de batalha.

Texto de Ademir Assunção

Fonte: http://zonabranca.blog.uol.com.br/

Rico Venerito expõe projeto – QUINTAO

Foto de Rico Venerito

O fotógrafo e artista plástico autodidata Ricardo Venerito, mais conhecido como Rico, apresenta seu projeto Q U I N T A O – uma obra a partir de pesquisas sobre as plantas espontâneas, propondo uma visão mais atenta aos mecanismos de equilíbrio da Natureza. Dia 17 de abril, às 16h na Matilha Cultural vai acontecer a abertura da exposição – QUINTAO. Rico apresentará 27 fotografias de plantas espontâneas; além de apresentar também às 17h, um vídeo-documentário feito a partir de 11 entrevistas com profissionais das áreas da saúde integral, agricultura natural, psicanálise, artes-plásticas, eco-educação, terapias holísticas, permacultura e Taoísmo, relatando suas experiências na Natureza.A obra do fotógrafo foi concebida a partir de reflexões sobre o Taoísmo, filosofia chinesa, e pesquisas sobre plantas espontâneas e saúde integral.

VEJA O VÍDEO PRODUZIDO PELA ÍMÃ FOTO GALERIA DO PROJETO QUINTAO de  Rico Venerito


Durante seis meses, Rico deixou o jardim de sua casa sem manejo algum, o que resultou no aparecimento e crescimento de inúmeras plantas espontâneas. Todas essas mudanças foram registradas pelas lentes de Rico e formam a exposição de fotos Q U I N T A O.“Essas plantas são espontâneas porque ninguém, ‘conscientemente’, as plantou, na verdade, essas plantas são importantes sinalizadores. Indicam as deficiências de elementos e possíveis formas de correção do solo onde nascem”, explica Rico Venerito.

Além das fotos, o artista produziu um vídeo-documentário feito a partir de 11 entrevistas com profissionais das áreas da saúde integral, agricultura natural, psicanálise, artes-plásticas, eco-educação, terapias holísticas, permacultura e Taoísmo, relatando suas experiências na Natureza. Os entrevistados sãos: Peter Webb, Wagner Canalonga,Clotilde Bassetto, Roberto Otsu, Rúbens Matuck,Rita Mendonça, Chris Belfort, Mauro Tarandach, Valcapelli,Marsha Hanzi e George Kharlakian Júnior. O documentário será exibido na sala de cinema da Matilha, no sábado, dia 17, as 17h.

Ainda no projeto Q U I N T A O, acontecerá duas palestras ligadas ao assunto: “Aos olhos do Tao”, ministrada por Wagner Canalonga, Sacerdote Regente da Sociedade Taoísta do Brasil em SP e psicólogo acupunturista; e “Lições da Natureza”, ministrada por Roberto Otsu, consultor e professor de I Ching e Taoísmo. As duas palestras acontecem no último dia do projeto Q U I N T A O, 1º de maio, as 15h e as 17h.
Q U I N T A O é um trabalho de observação da Natureza, e fica disponível ao público na Matilha Cultural até o dia 1º de maio.

Foto de Rico Venerito

Sobre Rico Venerito:
Paulistano, nasceu no dia 06 de agosto de 1974. Logo cedo aprendeu com seu pai, Michele Venerito, as artes da marcenaria, participando ao longo dos anos de diversos cursos e oficinas dedicados à construção de instrumentos musicais. Em 1992, concluiu seu curso de fotografia. Artista plástico autodidata e músico, Rico se dedica aos estudos da música clássica indiana desde 1994.

Para saber mais sobre o trabalho de Rico Venerito acesse o site: http://www.quintaorico.com.br/

Assista também o trailler do documentário-  QUINTAO:

http://www.youtube.com/watch?v=PUTAxBr4IRM&feature=player_embedded#!

EXPOSIÇÃO – QUINTAO de Rico Venerito

Abertura: Sábado, dia 17 de abril às 16h. Exibição do documentário, às 17h

Onde: Matilha Cultural – Rua Rego Freitas 542- São Paulo
Tel.: (11) 3256-2636

Exposição: Do dia 17 de abril ao dia 1º de maio de terça à sábado das 12h às 20h Palestras: dia 1º de maio. 15h (“Aos olhos do Tao”, ministrada por Wagner Canalonga) e 17h (“Lições da Natureza”, ministrada por Roberto Otsu).Entrada livre e gratuita, inclusive para cães.

Apoio: Ímã Foto Galeria, Matilha Cultural, Sociedade Taoísta do Brasil, Gasolina Filmes e PMC

Estética revolucionária de Guy Bourdin vira documentário

Guy Bourdin

Não tão popular para sua época, o artista visual Guy Bourdin teve maior reconhecimento depois de falecer, em 1991, pelo de seu filho Samuel, que fez questão de divulgar fotos exclusivas em vários museus mundo afora. Isso não significava que sua família não tivesse comprometimento com suas imagens, pelo contrário, como mostra o processo jurídico que Madonna levou depois de usufruir de fotos do autor em seu clipe Hollywood (2004).

Guy guardava os negativos em caixas de sapatos e já ameaçou colocar fogo nelas. Nunca quis publicar livros e nem realizar exposições. Dizia que suas obras deveriam ser consumidas em revistas de moda e esquecidas no mês seguinte, além de não aceitar que uma foto fosse veiculada por outra mídia para qual não foi feita.

Influenciado pelos surrealistas Magritte, Balthus e Bunel, nomes como David LaChapelle, Nick Kight e David Lunch, usaram do seu trabalho como fonte de inspiração.

Guy Bourdin

Parisiense, nasceu em 1928 e foi abandonado pela mãe um ano depois. Recrutado pelo exército francês, viveu no Senegal, onde começou a ter aulas de fotografia. Como tinha grande habilidade como desenhista, fazia inúmeros rascunhos antes de fotografar.

Protegido de Man Ray, em 1950 começou a trabalhar na Vogue Francesa e se destacou pelo estilo ousado, suas cores saturadas, enquadramentos atípicos e composições surrealistas. Suas fotos em paginas duplas, tinham uma personalidade erótica, violenta e irônica, um jogo de real e irreal que transformou a fotografia de moda.

Guy Bourdin

Ganhou prestígio com campanhas para Chanel, Issey Miyake, Versace e Bloomingdale`s. Tornou-se referência em publicidade, pelo seu trabalho para a marca de sapatos Charles Jourdan, durante 14 anos de profissão.

Quem teve a oportunidade de conhecer seu trabalho na exposição do ano passado no MUBE -“Messenger for you”-, irá se entusiasmar muito com o trailler que caiu na rede essa semana, do documentário “When Sky Feel Down – The mythof Guy Bourdin”, dirigido por Sean Brandt. O filme conta com 250 imagens exclusivas, depoimentos de personalidades como Mick Jagger, Annie Lennox, David Bowie, Jane Birken e Catherine Deneuve. Sem data de estréia, a realização do filme tem o apoio da família do artista.

Assista ao trailer do documentário When Sky Feel Down – The mythof Guy Bourdin: