Foto do dia 22/04: Apu Gomes

Apu Gomes

Garoto envolvido por uma manta como se fosse uma múmia na Cracolândia, Centro de São Paulo.

O mineiro Luis Carlos Gomes chegou em São Paulo com sua família ainda criança. Hoje aos 26 como anos, é conhecido como Apu Gomes, repórter fotográfico da Folha de São Paulo. No começo Apu Gomes trabalhou como motoboy, mesmo assim, sempre andava com sua câmera a tiracolo, clicando cenas da cidade. Trabalhando nesta agência de motoboy, Apu conheceu diversos profissionais, tal como diretores de arte e fotógrafos. Em certa ocasião, Apu separou algumas fotografias e levou para a agência. “Olha aqui! Eu também fotografo!”, disse. A partir de então, o fotógrafo Guto Lima começou a ajudá-lo com algumas dicas. Aconselhou Apu a comprar uma câmera nova e  não queria mais que Apu ficasse nas ruas como moto boy, mas dentro da agência, especificamente dentro do estúdio, como assistente de fotógrafia.

Apu Gomes, então comprou sua primeira câmera fotográfica manual. Para chegar na Ímã Foto Galeria foi apenas um passo. O fotógrafo com quem Apu Gomes trabalhava ficou sabendo do curso de fotojornalismo, com João Bittar. Assim, Apu Gomes e Guto Lima participaram da primeira turma do curso de fotojornalismo na Ímã Foto Galeria. Apu também cursou a próxima turma, a qual o projeto final foram as exposições “Fotonovela” e ”Novos Postais de São Paulo”. Apu Gomes diz que até chegar na  Ímã Foto Galeria, ele não tinha um conhecimento real do que era o fotojornalismo. Diz também que João Bittar é um grande mestre a ser seguido. E completa “Eu gosto de cobrir o que acontece nas ruas, a correria do cotidiano”, finaliza.

Após o primeiro curso de fotojornalismo na Ímã Foto Galeria, Apu decidiu sair da agência a qual trabalhava e partiu em busca de uma agência de fotojornalismo – na qual trabalhou durante oito meses. “Foi nessa nova agência em que o material produzido começou a ser publicado nos jornais e revistas da capital e do interior.”, relembra Apu.

Da agência de fotojornalismo, Apu Gomes tornou-se free lancer no Jornal Diário de São Paulo. Atualmente trabalha na Folha de São Paulo. Suas fotografias já foram publicadas em muitas primeiras páginas. Hoje em dia, desenvolve um trabalho sobre a Cracolândia, do qual esta fotografia faz parte.

Apu Gomes

A Cracolândia ou Boca do Lixo são denominações populares de um setor do bairro de Santa Ifigênia, nas imediações avenidas Duque de Caxias, Ipiranga, Rio Branco, Cásper Líbero e a rua Mauá, onde se historicamente se desenvolveu intenso tráfico de drogas.

Recentemente, a Prefeitura de São Paulo lançou um programa denominado Nova Luz para promover a reconfiguração e requalificação da área. Entre as medidas propostas, destaca-se a renúncia fiscal referente ao IPTU, visando estimular a reformas de fachadas dos imóveis de valor venda inferior a R$ 300 mil.

Desde 2005, a prefeitura fechou bares e hotéis ligados ao tráfico de drogas e à prostituição, retirou moradores de rua e aumentou o policiamento para inibir o consumo de drogas no local. Centenas de imóveis foram declarados de utilidade pública, em uma área de 105 mil metros quadrados, e devem ser desapropriados. O objetivo do programa é tornar a área atrativa a investimentos privados, abrindo espaços para empresas do setor imobiliário.

Críticos do programa, no entanto, assinalam o seu caráter higienista, destacando que a recuperação de edifícios, praças, parques e avenidas não é acompanhada de ações voltadas aos grupos mais vulneráveis que vivem ou trabalham na área – que estão sendo sumariamente expulsos. Os sem-teto são retirados, o trabalho dos catadores de material reciclável é dificultado e os usuários e dependentes de crack (muitos dos quais crianças e adolescentes), impedidos de se reunir no local, são obrigados a perambular pelos bairros vizinhos, em bandos, sem rumo. [3].

Apesar da idealização criada Prefeitura e pelo Governo do Estado, a região continua sendo cenário de homicídios,de tráfico de drogas à luz do dia, bem como de abuso de menores.

Saiba mais: Abaixo duas matérias sobre o fotógrafo Apu Gomes:

http://www.imafotogaleria.com.br/noticias/noticia.php?cdTexto=394

http://www.imafotogaleria.com.br/exposicoes/exposicao.php?cdGaleria=42&cdFotografo=284

Foto do dia 16/04: Marcos Santilli/Ímã Foto Galeria

Marcos Santilli/Ímã Foto Galeria

“Fotografada em Brasília, alguma ponta de cidade satélite.
Para mim, o autor suspeito, sugere o pensamento de que antigamente as cidades brasileiras formavam-se ao redor da praça da igreja matriz. Hoje, as comunidades nacionais agrupam-se em torno da parabólica e do campo de futebol.”
José Marcos Brando Santilli (Assis SP 1951) é fotógrafo, curador e produtor cultural. No início da década de 1970, abandona o curso de artes e arquitetura da Universidade de Brasília – UnB para atuar como fotojornalista nos periódicos Diário de BrasíliaJornal de Brasília. Estuda fotografia na escola Agfa Gevaert, em 1973, em Londres, e de volta ao Brasil, entre 1974 e 1978, fotografa para a sucursal da Editora Abril em Brasília. Paralelamente, inicia projeto de documentação audiovisual e fotográfica das transformações sociais e ambientais em Rondônia e no Acre. No começo dos anos 1980, transfere-se para São Paulo e trabalha no Instituto de Documentação e Artes da Prefeitura Municipal. Empenhado na melhoria das condições de trabalho dos fotógrafos, em 1977 e 1978, torna-se vice-presidente da União dos Fotógrafos de Brasília e, de 1981 a 1982, da União dos Fotógrafos de São Paulo, e é um dos membros-fundadores do Núcleo dos Amigos da Fotografia – NAFoto. De 1998 a 2003, dirige o Museu da Imagem e do Som de São Paulo – MIS/SP. No decorrer de sua carreira, recebe diversas bolsas de estudo nas áreas de fotografia, cinema, vídeo e informática, entre as quais se destacam as concedidas pela John Simon Guggenheim Memorial Foundation, em 1981, pela Fundação Vitae, em 1988, e pela The Fulbright Commission, em 1989. É autor dos livros Are, 1987; Madeira-Mamoré Imagem e Memória, 1987; e Amazon.

“O material fotográfico obtido tem tal eloqüência que, com ele, Marcos Santilli consegue articular um discurso sobre a colonização da Rondônia, praticamente sem lançar mão do recurso da palavra, a não ser para localizar as fotos no tempo e no espaço. As imagens são precisas em sua intenção antropológica, acompanhando minuciosamente todo o processo de obtenção do ouro no garimpo, o trabalho do seringueiro, o processamento da mandioca pelos índios, ou os vários métodos de desmatamento. O fotógrafo disseca a região com o olhar de um analista, busca os detalhes significantes, examina o rosto de um ex-ferroviário parte por parte, observa a miscigenação de uma família imigrante ao longo das sucessivas gerações”.

Arlindo Machado

“(…) O espectador segue a saga dos índios, ferroviários, seringueiros, garimpeiros, colonos. Acompanha, através dos rostos, a caminhada irreversível do tempo. E agora, já dono das imagens, que por sua vez cativou, fica com vontade irresistível de, tantos quilômetros e imagens percorridos, tomar o caminho de volta, mais uma vez. E, junto com o fotógrafo, abraçar a imensidade do espaço, apanhar o sol, mergulhá-lo de novo no rio e aconchegar as vidas dentro da luminosidade do ar, transparência da água e calor do sol. E preservá-las assim, para sempre”.

Stefania Bril

Mostras individuais

1980 – Índios, Galeria Fotóptica, São Paulo

1981 – Fazendas de Café do Vale do Paraíba, Museu da Imagem e do Som, São Paulo

1981 – Bixiga, uma Pesquisa Urbana, Museu da Imagem e do Som, São Paulo

1985 – Nharamaã, a Pré-História de um Estado, Centro Cultural São Paulo

1989 – Madeira-Mamoré, Funarte, Rio de Janeiro

1993 – Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, uma Aventura Fotográfica, Museu da Imagem e do Som, São Paulo

Exposições coletivas

1976 – Bienal Nacional 76, Fundação Bienal de São Paulo

1979 – 1ª Mostra de Fotografia, Funarte, Rio de Janeiro

1981 – The New YorkBotanic Garden, The Peabody Museum, Nova Iorque, Estados Unidos

1984 – 3º Colóquio Latino-Americano de Fotografía, Casa de Las Américas, Havana, Cuba

1984 – Tradição e Ruptura: auto-retrato do brasileiro, Fundação Bienal de São Paulo

1992 – Brasilien: entdeckung und selbstentdeckung, Kunsthaus, Zurique, Suiça

1994 – FotoFest’94. The Fifth International Festival of Photography The Global Environment, Houston, Estados Unidos

1998 – Amazônicas, Itaú Cultural, São Paulo

1999 – Brasilianische Fotografie 1946 bis 1998, Kunstmuseum, Wolfsburg, Alemanha

2002 – Visões e Alumbramentos: fotografia contemporânea brasileira da coleção Joaquim Paiva, Oca, São Paulo

Leia nesta matéria um pouco mais sobre a fotografia de Marcos Santilli: http://www.imafotogaleria.com.br/noticias/noticia.php?cdTexto=571

Workshop de Foto Arte com Avani Stein

Workshop de Foto Arte com Avani Stein já está com data marcada! Ele ocorrerá nos dias 17, 18 e 19 de junho no espaço da Ímã Foto Galeria. Nos dias 17 e 18 (quinta e sexta) será das 20h às 22h30. No dia 19 (sábado) das 10:00h às 13:00h (com uma hora para almoço) e das 14:00h às 18:00h.

Justificativa/Objetivo

Workshop de FotoARTE é um projeto/oficina que visa possibilitar ao seu público alvo um espaço de reflexão e produção de imagens diferenciadas no universo da fotografia, utilizando técnicas alternativas de fácil execução e com materiais acessíveis, intervindo criativamente sobre o universo fotográfico.

Estamos a todo o momento absorvendo, produzindo, consumindo e descartando imagens . De uma forma passiva, no mais das vezes, participamos de um jogo em que o mundo visual vale apenas por sua efemeridade: porque re-elaborar as imagens recebidas se o fluxo de informação é contínuo e abundante?

No contrafluxo desta tendência contemporânea o Workshop de FotoARTE se propõe a originar um espaço de criação onde o mero consumidor se transforma em produtor/ pensador de imagens, reciclando cópias fotográficas comuns.

É também num mundo cada vez mais dominado pelo universo digital e hipermediadas que um contato direto com a matéria, resgatando o fazer manual e a simplicidade do desenho, reacendem o olhar crítico sobre essa era da velocidade e do desperdício.

Técnica de intervenção:

– Com estiletes pregos, lixas e outros
– Com toque de tinta: acrílico, guache, nanquim
– Processos de abrasão
– Criando efeitos pictóricos

Cronograma

– Exposição básica das propostas e técnicas, projeção de slides, histórico da pesquisa.
– Entrega de lista de material.
– Pintando fotos
– Produzir ferramentas e riscar
– Abrasão e colagens
– Usando todas técnicas ao mesmo tempo

Bio de Avani Stein

Avani Maenfeld (Porto Alegre RS 1941). Fotógrafa. Formou-se pela Faculdade de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre (RS), em 1972, passando a se dedicar ao fotojornalismo em seguida. Radicou-se em São Paulo (SP), onde colaborou inicialmente com a Folha de S.Paulo, entre 1984 e 1986; e depois com as revistas IstoÉ, entre 1986 e 1988; e Globo Rural, entre 1989 e 1993, passando a trabalhar de forma independente nos anos 90. Motivada pelo estudo da pintura, passou, a partir de meados da década de 90, a sobrepor elementos criptográficos às suas composições fotográficas. Seu trabalho faz parte do acervo da Prefeitura de São Paulo.

CURRÍCULO

Graduada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica – PUC/RS -1975.

REPÓRTER FOTOGRÁFICA

PUBLICAÇÕES: Revistas: Isto É, Veja, Globo Rural, Status, Shalom, Brasil Transportes e Revista D&D – Editora Abril, Editora Globo. Jornais: Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Jornal da Tarde, Jornal Acrópole, Shopping News, News Week, Pasquim, Movimento, Versus.

REPORTAGENS ESPECIAIS: Revolução Sandinista – Nicarágua, 1979; Acidente Atômico Three Mile Island – USA-1979; Visita do Papa – New York, 1978; Vista de Fidel Castro – New York, 1978; Terremoto na Guatemala – 1976.

LIVROS – capas: Arquitetura, Cidade e Natureza – IAB/SP; Eco-92 – Editora Globo; Pérez Aguirre –capa e miolo – Editora Vozes; Nicarágua: A Revolução das Crianças, Caco Barcellos – capa e miolo – Mercado Aberto.

EXPOSIÇÕES:
Individuais: DA JANELA – Aliança Francesa, São Paulo, 1994; DE CARA – Galeria da Consolação, Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 1994.
Coletivas: Agência Angular – Casa Fuji, 1993; Mês Internacional da Fotografia – SESC-Pompéia, 1993; Fotógrafos – Folha de S. Paulo, 1985; Mostra São Paulo Arte – MIS, 1983; Terremoto da Guatemala – Sindicato dos Jornalistas, 1977; Terremoto da Guatemala – Jornal Versus, 1976.

FOTOARTE
Trabalha com criação de fotoarte desde 1995.

EXPOSIÇÕES:
Individuais: MICHMASH – Teatro São Pedro, Porto Alegre, julho/1998) e Museu da Imagem e do Som – MIS, São Paulo, fevereiro/1999. CASA-COR ESCRITÓRIOS e VIP Diners Club, Porto Alegre. BALEIA-FRANCA – Garopaba – SC, outubro/1999; MICHMASH – fotos feridas e sonhos imaginados – João Pessoa/2004.

Coletivas: TRIBUTO A PORTO ALEGRE – White Gallery; Bienal de Curitiba – 1998; Gaúchos na Bienal – Usina do Gasômetro, Porto Alegre, fevereiro/1999; BALEIAS NO QUINTAL – Porto Alegre, março/2000; UMA VIAGEM DE 450 ANOS – Sesc São Paulo/2004; CIDADE DAS MULHERES – São Paulo/2004; AMANTES DA FOTOGRAFIA – São Paulo/2004.

Retratos Manipulados: Lúcio Costa, Pietro Maria Bardi, Anita Bauminger, Aldo Lins e Silva, Julio César Pisa Toledo, Arnaldo Jabor, Dalai Lama, Fernando Henrique Cardoso, Fernanda Montenegro, Oscar Freire, Silvana Mattar.

• Postais e Cartões: Igreja Dominicana – São Paulo, 1996.
• Publicação de matéria especial na revista PAPPARAZZI – abril/1998.
• Cartaz da 4º Bienal Internacional de Arquitetura – São Paulo/2000.
• Selo Comemorativo do Centenário de Pietro Maria Bardi – Masp/2000
• Exposição Coletiva dos Cinco Elementos – Casa das Rosas/2000
• PIRELLI-MASP – Catálogo e Exposição na Galeria do MASSP/2001
• Exposição Individual – Interferência, Paisagem Urbana – MIS / 2005/2006
• Coleção Pirelli/Masp de Fotografias – Porto Alegre / 2006
• A partir de 2003, inicia trabalho de curadoria e professora na Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – AEAUsp.

Conheça o trabalho de Avani Stein em nossa galeria. – clique aqui

Serviço

WORKSHOP DE FOTO ARTE COM AVANI STEIN
Data: 17, 18 e 19 de junho
Horário 17 de junho, quinta-feira (das 20:00h às 22h30), 18 de junho, sexta-feira (das 20:00h às 22:30) e sábado, dia 19 de junho, das 10:00h às 13:00h (com uma hora para almoço) e das 14:00h às 18:00h.
Valor: R$ 400,00
Pré-requisito:: sem pré-requisitos.
Público Alvo: Geral
Vagas: 20
Inscrições e informações: (11) 3816-1290 / 2594-3687
Mais informações por e-mail:
ima@imafotogaleria.com.br

Exposição: Pierre Verger: Um Olhar sobre Buenos Aires

A exposição que a Galeria Marta Traba do Memorial da América Latina inaugura na quarta-feira, 14 às 19h30, traz pela primeira vez ao Brasil a obra completa e autenticada de Pierre Verger em sua passagem pela Argentina alguns anos antes de ter se radicado na Bahia.

O projeto é do pesquisador e professor livre docente da Unicamp, Fernando de Tacca, curador da exposição, concebido quando ele assumiu a cátedra de Estudos Brasileiros da Universidade de Buenos Aires, em 2004. Na abertura da exposição Fernando de Tacca detalhará em bate-papo com os convidados os detalhes dessa aventura – a dele, e a de Pierre Verger na Argentina.

A mostra reúne as fotografias de Verger publicadas na revista Mundo Argentino e no jornal Argentina Libre no inicio dos anos 40. Segundo Tacca, o ineditismo da sua pesquisa está na autenticação das publicações de fotografias de Verger que ainda não se conhecia.

“Trata-se de um volume muito expressivo de fotografias publicadas em curto período. E é a primeira vez que uma exposição sobre Verger se centra na produção realizada em Buenos Aires”, explica Tacca. Na exposição, as fotos escolhidas por ele poderão ser identificadas com a imagem original correspondente à publicação na revista ou no jornal.

Está sendo lançada também juntamente com a Mostra a edição especial da Revista Studium 30 – Exposição”Pierre Verger: Um Olhar sobre Buenos Aires”

A Revista Studium em parceria com o Memorial da América Latina (São Paulo), apresenta uma edição temática que acompanha a exposição /”Pierre Verger: Um Olhar sobre Buenos Aires/”, resultado da pesquisa do Prof. Dr. Fernando de Tacca, da UNICAMP, sobre a produção fotográfica de Pierre Verger na Argentina nos anos 1941/1942. Nesta edição convidamos especialistas na vida e na obra de Pierre Verger para contextualizar sua formação intelectual e artística nos anos trinta e a produção imagética do fotógrafo em terras portenhas.

Para ver as publicações da Revista Studium: http://www.studium.iar.unicamp.br/

Link com divulgação no site do Memorial da América Latina: http://www.memorial.sp.gov.br/memorial/RssNoticiaDetalhe.do?noticiaId=1719

Serviço
15 de abril a 13 de maio
Pierre Verger: Um Olhar sobre Buenos Aires
Na abertura, dia 14, às 19h30, bate-papo com o curador Fernando de Tacca Apoio da Fundação Pierre Verger (htpt://pierreverger.org)
Galeria Marta Traba, terça a domingo, das 9h às 18h
Entrada franca